Professor Miguel começa campanha na feira do Pirajuçara
O candidato do Psol, Miguel Leme, iniciou a sua campanha rumo a prefeitura neste domingo, dia 27, na feira do Pirajuçara. Acompanhado do seu grupo de candidatos a vereador, apenas quatro pessoas, e do seu vice, o arquiteto Roberto Colett, o socialista conversou com moradores e distribuiu jornais com a sua proposta de governo.
Apesar de estar fazendo uma campanha sem estardalhaço, o candidato acredita que pode conscientizar as pessoas que o seu plano de governo é o melhor para Taboão. “Nossa campanha não aceita doações de empresas, não vamos ficar com o rabo preso com ninguém, quem está ajudando nesta luta são os militantes”, afirmou.
Foto: Eduardo Toledo
.jpg)
O professor Miguel mais uma vez disse que sua candidatura conta com o apoio de movimentos sociais como o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e dos estudantes que lutam pelo passe livre nos coletivos da cidade. “Queremos fazer um governo para o povo”, ressaltou.
“A receptividade da população está sendo muito boa, a grande novidade do processo eleitoral de Taboão da Serra é a candidatura do Psol e o grande diferencial é que é uma campanha vinculada aos movimentos sociais, apoiado por diversos movimentos. É uma candidatura para fazer um diferencial perante as grandes candidaturas que têm grandes recursos”, afirmou.
Apesar do curto espaço de tempo, Professor Miguel acredita que suas propostas possam chegar nas casas dos eleitores. “Nós temos um planejamento de fazer a campanha de porta em porta, dividindo pelos bairros, queremos cobrir o maior número de residências, fomentando o debate e a discussão”.
Proposta de Segurança
A cada semana o Portal O Taboanense vai publicar as principais propostas de cada candidato em áreas específicas da cidade. Nesta semana, o tema é segurança.
Para Professor Miguel, “existe uma tendência das pessoas acharem que o problema vai ser resolvido com mais repressão, com mais polícia, etc. A nossa proposta é diferente, achamos que a solução é global. A juventude hoje não tem acesso a cultura, está desempregada, e até para procurar um emprego ou estudar encontra dificuldade, porque não tem o passe livre, então temos que ter uma política mais ampla”.
Para combater a violência, Professor Miguel defende a criação de centros culturais onde os jovens possam aprender a tocar instrumentos musicais e ter acesso a cultura. “Fora isso você tem que ter uma política efetiva para a criação de empregos para jovens”, lembrou.