Plano de obras em Embu viabiliza recuperação de equipamentos públicos
A Prefeitura de Embu das Artes entregou nesta sexta-feira, 27, a primeira etapa das obras que contempla a recuperação de vias de acesso e reforma de escolas municipais que integram o projeto Embu em Ação, que espalhou, desde 2009, a intervenção em mais de 100 pontos da cidade e em equipamentos públicos que apresentavam problemas estruturais.
Apesar de alguns projetos apresentarem atraso na execução das obras, devido a licenciamentos e repasses de verbas que dependem dos governos federal e estadual, uma “força tarefa” corre atrás do tempo para que o cronograma de obras seja cumprido até o final do ano. O prefeito Chico Brito (PT) entregará oficialmente as obras à população neste sábado, 28. Depois, segundo apurou a Gazeta SP, deve visitar outras obras que estão em fase final de execução.
Foto: Thiago Neme | Gazeta SP

Obras de recuperação fazem parte do projeto Embu em Ação, promovido pela prefeitura
Entre os locais com intervenção já liberados para utilização, está a estrada do Capuava, que liga Embu ao município vizinho de Cotia e à rodovia Raposo Tavares. Com 4500 metros de extensão, a via recebeu novo asfalto, sistema de drenagem, reposicionamento de calçadas e sinalização viária. De acordo com o departamento de Trânsito, a intenção é “agilizar o tráfego de veículos e oferecer mais segurança aos motoristas e pedestres”.
O mesmo ocorreu na estrada Constantinopla, no Jardim Independência. Importante via de acesso aos motoristas, os 6352 metros de extensão da grande avenida teve toda a rede de drenagem, tubulação de esgoto, guias e sarjetas reestruturados. O asfalto foi recuperado e um novo sistema de trânsito, que agiliza o tráfego dos motoristas no sentido bairro centro, entra em vigor já a partir deste sábado.
A prefeitura também entregará 10 escolas municipais reformadas. Todas tiveram sua estrutura revitalizada, com novas fachadas e reformas estruturais. Uma novidade que promete deixar a população mais próxima da comunidade escolar é a substituição de muros de alvenaria por grades de proteção. A intenção do governo é deixar a escola “aberta” para que todos possam freqüentar as dependências e acompanhar os trabalhos de educação junto com filhos e professores.
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