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Assassinos de empresário planejavam seqüestrar a vítima
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A Polícia Civil de Taboão da Serra ainda investiga as motivações para o crime que chocou a cidade, mas algumas informações dadas por Mackson Alan Silva Andrade, preso em Firmino Alves, na Bahia, já começam a elucidar o caso. De acordo com o acusado, o plano dos pedreiros era seqüestrar a vítima.
De acordo o delegado Antônio Roberto Gomes Silva Júnior, da Polícia Civil de Itapetinga, interior baiano, Mackson teria dito que o crime foi na verdade “um seqüestro que não deu certo”. “Ele disse que Charles matou a vítima a pauladas e facadas e que tudo ocorreu no mesmo dia, mas nega que tenha auxiliado no crime”, disse em entrevista para o Jornal A Tarde, da Bahia.
Foto: Eduardo Toledo

Buraco onde foi enterrado o corpo do empresário libanês
Os pedreiros que trabalhavam na obra do empresário Libanês Mohamed Kadura há cerca de um ano, planejaram o seqüestro que terminaria, segundo o delegado baiano, com a morte do comerciante. “Desde o início do seqüestro, eles planejaram matar o empresário e, mesmo assim, exigir dinheiro da família”.
Os criminosos teriam feito duas ligações para a família com o empresário já morto. Em ambas as conversas, os assassinos não teriam feito o pedido de resgate e nem informado o valor que eles queriam pela liberdade de Mohamed.
A polícia ainda procura Charles Santos, o mentor intelectual do crime que está foragido. “As buscas a Charles continuam em fazendas e residências de familiares aqui em Itapetinga”, informou o delegado. Segundo informações do pai de Charles, ele esteve em Itapetinga, mas saiu de casa no dia 20 deste mês.
Para a polícia, no entanto, Mackson também participou, já que a localização do corpo da vitima se deu por meio das informações prestadas por ele.