EM ALTA
Home

Obras da segunda etapa da canalização do córrego Ponte Alta estão em ritmo acelerado

3 min de leitura
Foto do autor

Redação

19/06/2008 00:00
A segunda etapa da canalização do córrego Ponte Alta, na avenida Cid Nelson Jordano está em ritmo acelerado. Após a limpeza do córrego e abertura do canal, o próximo passo é a colocação das placas de sustentação que chegaram essa semana. Serão 240 metros de córrego canalizado, beneficiando os moradores dos bairros Jd. Record e Gleba C.
 
“Na primeira etapa, além de canalizarmos o córrego, fizemos também um trabalho de reurbanização da área, incluindo projeto paisagístico e asfalto novo. O objetivo agora é dar continuidade no que foi feito e entregar a obra para os mais de 30 mil moradores da região”, afirmou o prefeito Evilásio Farias.

Foto: Ricardo Vaz | Divulgação

Obras de canalização do córrego Ponte Alta na altura do Jd. Salete
 

De acordo com a Secretaria de Obras e Infra-estrutura, as placas servem para moldar o formato do canal e diminuir o volume de água, aumentando a fluidez do leito do rio e diminuindo o risco de enchentes. “Esse é um trabalho minucioso que envolve o assentamento, nivelamento do rio e a colocação das placas. O próximo passo é terraplanagem da lateral do córrego”, explicou o secretário de Obras Ricardo Rezende.
 
Com a conclusão das obras, a Prefeitura de Taboão da Serra vai sanar um enorme problema da população que moram às margens do córrego. O convívio com o acúmulo de lixo, a falta de infra-estrutura no local, entulho e embalagens plásticas que favoreciam o surgimento de doença atormentam esses moradores. “Vamos dar uma cara nova ao bairro. Agora, a população precisa se conscientizar de que a prefeitura está fazendo a parte dela e que todos precisam ser fiscais da obra não deixando que joguem entulho no local e lixo no rio”, alertou Ricardo Rezende.
 
Parceria
As obras fazem parte do Projeto Saneamento para Todos/2008 que é uma parceria do governo com as prefeituras que apresentam projetos para viabilizar recursos, cujo objetivo é a recuperação de áreas sem infra-estrutura, com problemas sociais e econômicos causados pela proliferação de lixões, esgoto a céu aberto, água tratada e falta de tratamento dos resíduos despejados no solo. Ao todo, mais de R$ 1 milhão de reais serão investidos, sendo R$ 780 mil garantidos pelo convênio e R$ 247 mil da prefeitura.